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Oitenta milhões de brasileiros têm insônia! Algumas pessoas, convivem com o pesadelo por anos e chegam a nem se lembrar mais quando tiveram uma boa noite de sono. No Bem Estar desta segunda, 20 de novembro, a neurologista Dalva Poyares explica por que muita gente tem dificuldade de pegar no sono. E será que o que a gente come, pode interferir? Quem responde é a nutricionista Patricia Nehme.

Uma coisa é certa: cidades cada vez mais iluminadas pioram a qualidade do sono! Já na floresta, a escuridão dita as regras do sono.

Existem vários tipos de insônia

Existem vários tipos de insônia

A insônia é caracterizada pela dificuldade para iniciar o sono, ou acordar no meio da noite, e o despertar precoce, que ocorre, no mínimo, três vezes por semana por um período de três meses. Quando é esporádico são queixas de insônia, mas não é doença.

A insônia está aumentando e a principal queixa, de acordo com a Dra. Dalva, é acordar no meio da noite e não conseguir mais dormir. Algumas explicações para o aumento: estamos vivendo mais (mais pessoas com menos tempo para dormir, com mais atividades, mais obrigações e preocupações); o estresse, principalmente em relação ao trabalho, está maior; as mulheres, que são as campeãs da insônia, estão mais inseridas no mercado de trabalho; cobrança: as pessoas vão para a cama cheias de preocupações e acham que nunca cumpriram tudo o que tinham para fazer; luz elétrica, tablets, celulares, distrações.

O ambiente onde se dorme: o quarto deve ser preparado para uma boa noite de sono. O quarto “do bem” deve ter uma cadeira confortável ao lado da cama porque é recomendável ficar fora da cama quando está lendo, mexendo no celular ou assistindo à TV. Procure se deitar apenas na hora de dormir; Um abajur com uma luz fraca ajuda; Um aromatizante, que pode estimular determinadas regiões do cérebro que acalmam e, por fim, o quarto deve ser arrumado, limpo e ter cores suaves.

O quarto inadequado ou “do mal” tem um criado-mudo com tablet, celular e muitos livros. Dra. Dalva explica que essas coisas estão associadas às atividades. Os celulares, por exemplo, piscam quando chega uma notificação e contribuem para os despertares durante à noite. Procure se livrar das preocupações, deixe tudo do lado de fora de quarto e faça refeições leves à noite. Um quarto bagunçado, levemente sujo e com cores mais intensas também pode atrapalhar.

O que ajuda a ter uma boa noite de sono?

O que ajuda a ter uma boa noite de sono?

– Evite muita luz à noite. É legal que no quarto tenha um abajur para não precisar usar a luz direta nesse momento;

– Não faça contas na cama ou outras atividades que não sejam dormir para o cérebro não associar o ambiente com preocupações;

– Não fique no celular ou tablet, apesar deles terem sistemas de luz noturna, o problema da distração atrapalha;

– TV e livro fica a critério de cada um: algumas pessoas preferem dormir com a televisão ou após a leitura e outras ficam mais excitadas;

– O banho deve ser morno porque se for muito quente causa vasoconstrição e estimula o organismo.

– A última refeição deve ser, pelo menos, duas horas antes de dormir, se for um lanche leve, 20 minutos;

– Evite comidas pesadas e muito gordurosas no período noturno porque o risco de azia é maior e a digestão mais lenta;

– Coma alimentos que contenham triptofano. É a única substância provada que pode ajudar a induzir o sono porque é a percursora da serotonina, que faz parte da produção da melatonina.

Seringueiros mostram a rotina de sono de quem vive na floresta

Seringueiros mostram a rotina de sono de quem vive na floresta

O que comer antes de dormir – Alimentos que contêm triptofano: leite com fruta ou aveia (não coloque café ou achocolatado por causa da cafeína), frutas oleaginosas (amêndoas, castanhas de caju, semente de girassol), banana, carnes e peixes magros, que podem estar em um caldo de legumes. Chás de ervas calmantes como camomila, erva doce e cidreira. Refeições leves: caldos, macarrão sem molho gorduroso ou vitamina.

O que NÃO comer antes de dormir – Nada muito pesado e gorduroso como feijoada, frituras e lanches muito elaborados. Mesmo que tiver o costume de jantar aquele prato padrão (arroz, feijão, bife), não exagere na quantidade.

Turma que mora em Santos, litoral de SP, e trabalha na capital, aproveita a viagem para tirar um cochilo

Turma que mora em Santos, litoral de SP, e trabalha na capital, aproveita a viagem para tirar um cochilo

Confira o Bem Estar na íntegra:

Bem Estar - Edição de segunda-feira, 20/11/2017

Bem Estar – Edição de segunda-feira, 20/11/2017

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Postado por:
Luciana Bento
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Impressora usa biotinta para produzir cartilagens e pele com células humanas (Foto: Cellink)Impressora usa biotinta para produzir cartilagens e pele com células humanas (Foto: Cellink)

Impressora usa biotinta para produzir cartilagens e pele com células humanas (Foto: Cellink)

Erik Gatenholm aperta o botão “start” na impressora 3D. Ele vai produzir partes do corpo humano em tamanho real.

Em ritmo frenético, a agulha da impressora rabisca uma placa de Petri com tinta biológica azul, que contém células humanas. Em cerca de meia hora, é possível ver um nariz surgir sob a luz ultravioleta.

Gatenholm, de 28 anos, é cofundador da Cellink, empresa sueca de pequeno porte líder no mercado global de bioimpressão.

Atualmente, a aplicação biomédica da tecnologia de impressão 3D é voltada para a fabricação de tecidos da pele e cartilagens, usados para testar novos medicamentos e cosméticos.

Mas Gatenholm acredita que, em duas décadas, será possível produzir órgãos humanos para transplante.

“O desafio sempre foi mudar o mundo da medicina”, afirma à BBC.

Ex-estudante de administração, Gatenholm foi apresentado às bioimpressoras 3D por seu pai, professor de química e biopolímeros na Universidade Chalmers, em Gotemburgo, na Suécia. Há cerca de um ano, ele criou a Cellink.

Orelha impressa em 3D; biomaterial é usado atualmente para pesquisas acadêmicas e testes farmacêuticos (Foto:  Cellink)Orelha impressa em 3D; biomaterial é usado atualmente para pesquisas acadêmicas e testes farmacêuticos (Foto:  Cellink)

Orelha impressa em 3D; biomaterial é usado atualmente para pesquisas acadêmicas e testes farmacêuticos (Foto: Cellink)

Gatenholm enxergou uma oportunidade para produzir e comercializar tinta biológica, líquido ao qual as células humanas são misturadas e então impressas em três dimensões. A Cellink produz essa tinta a partir de celulose, obtida em florestas suecas, e de algina, substância proveniente de algas coletadas no mar norueguês.

Em 2014, quando Gatenholm foi apresentado às impressoras 3D, a biotinta usada em pesquisas acadêmicas e farmacêuticas era, em geral, produzida internamente pelos próprios pesquisadores, e não era vendida online.

Ele decidiu então comercializar a biotinta usada na Universidade de Chalmers. E criou a primeira empresa do mundo a vender pela internet as biotintas padronizadas, adequadas para misturar com qualquer tipo de célula. Ele venderia o produto junto com impressoras 3D acessíveis.

A Cellink conta hoje com 30 funcionários espalhados por três escritórios nos EUA, além da sede na Suécia. Listada na First North, mercado da bolsa americana Nasdaq para companhias emergentes, tem clientes em mais de 40 países.

Os preços da biotinta variam entre US$ 9 e US$ 299 (entre R$ 30 e R$ 980), enquanto as impressoras são vendidas por até US$ 39 mil (R$ 128 mil). Por enquanto, os principais compradores são instituições acadêmicas americanas, asiáticas e europeias, incluindo a Universidade de Harvard, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a University College London.

Mas empresas farmacêuticas também têm se interessado pelo produto, visto como uma alternativa para testes de medicamentos que hoje são feitos em animais.

Erik Gatenholm (à esq.) expandiu seu negócio da Suécia aos EUA  (Foto: Cellink)Erik Gatenholm (à esq.) expandiu seu negócio da Suécia aos EUA  (Foto: Cellink)

Erik Gatenholm (à esq.) expandiu seu negócio da Suécia aos EUA (Foto: Cellink)

Esse crescimento, porém, esbarra em algumas polêmicas.

Especialistas acreditam que a bioimpressão poderá ser usada para criar órgãos para transplantes num prazo de 10 a 20 anos, aplicação que levantará debates éticos consideráveis.

“Muitas pessoas podem achar que a bioimpressão equivale a ‘brincar de ser Deus'”, admite Gatenholm.

Pesquisadores do setor levantam algumas perguntas inquietantes ainda sem resposta: quão seguros e eficazes serão esses órgãos? Será que essa tecnologia poderá ser usada para produzir órgãos mais potentes do que os que temos atualmente, criando “super-humanos”?

Gatenholm afirma que, atualmente, sua equipe se esforça para respeitar as legislações específicas dos países para os quais exporta a biotinta e que defenderá regulamentações rígidas à medida que esse mercado evoluir. O objetivo principal, diz ele, será resolver o atual déficit de órgãos para transplantes no mundo.

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Luciana Bento
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O novo presidente da COP 23, Frank Bainimarama, durante sessão de abertura da conferência em Bonn, na Alemanha  (Foto: Wolfgang/REUTERS)O novo presidente da COP 23, Frank Bainimarama, durante sessão de abertura da conferência em Bonn, na Alemanha  (Foto: Wolfgang/REUTERS)

O novo presidente da COP 23, Frank Bainimarama, durante sessão de abertura da conferência em Bonn, na Alemanha (Foto: Wolfgang/REUTERS)

Os negociadores do clima de quase 200 países da Cúpula do Clima da ONU (COP23) decidiram neste sábado se reunir em 2018 para avaliar suas reduções de emissões de gases de efeito estufa, ao final de uma conferência ofuscada pela anunciada retirada dos Estados Unidos.

A COP23 se prolongou até a madrugada deste sábado em Bonn devido às divergências sobre o financiamento da luta contra as mudança climáticas, o grande confronto histórico entre países ricos e os Estados em vias de desenvolvimento.

O objetivo principal dos quase 200 países, reunidos em Bonn durante duas semanas, era começar a redigir o regulamento do histórico Acordo de Paris para impedir que a temperatura do planeta aumente mais de 2ºC em relação à era pré-industrial.

Mas os países em desenvolvimento chegaram com uma demanda antiga: que todos os membros esclareçam seus compromissos de redução de gases de efeito estufa e, ainda mais importante, seus compromissos financeiros, até 2020.

Por fim, decidiu-se que o inventário das emissões e os planos de financiamento serão discutidos em 2018, na COP24, que será realizada em dezembro, em Katowice, Polônia, indicou a resolução final da COP23.

Um estudo divulgado nesta semana alertou que as emissões de gases de efeito estufa, as principais responsáveis pelo aquecimento do planeta, voltaram a aumentar em 2017, 2%, depois de três anos de relativa estabilidade.

“Há muito nervosismo” por parte dos países industrializados, que não querem se comprometer com números e prazos, disse Alden Meyer, observador veterano da Union of Concerned Scientists.

“Esta decisão pressiona de forma imediata os países desenvolvidos para que aumentem sua ambição até 2020”, afirmou a rede Climate Action Network.

O trabalho complexo sobre o regulamento do Acordo de Paris, que define os critérios de controle mútuo de emissões e a transferência de tecnologia, entre outras coisas, foi apenas esboçado, com um rascunho que pode chegar a centenas de páginas.

Os negociadores já reconhecem abertamente que precisarão de no mínimo outra sessão para diminuir o texto, antes de dezembro de 2018.

O maior emissor histórico de CO2 do mundo e um dos maiores financiadores da ajuda climática, Estados Unidos, ainda comparece às negociações, mas seu papel mudou totalmente desde que o presidente Donald Trump anunciou, em junho, que o Acordo de Paris prejudica os interesses nacionais americanos.

“A posição dos Estados Unidos influencia os outros países desenvolvidos, o que tem consequências para as posições que a maioria dos países em desenvolvimento adota. Todo o mundo se vigia mutuamente”, disse à AFP Seyni Nafo, um negociador do grupo de nações africanas.

Apesar de tudo, a delegação americana se comportou “de forma construtiva e neutra, sem perturbar” os trabalhos, afirmou a ministra alemã do Meio Ambiente, Barbara Hendricks.

Países industrializados e emergentes se esforçam para ocupar o lugar dos Estados Unidos. Cerca de 20 nações anunciaram esta semana uma aliança para eliminar o carvão como fonte energética nas próximas décadas.

O presidente francês, Emmanuel Macron, receberá líderes do mundo inteiro em 12 de dezembro em Paris para reafirmar o compromisso assumido dois anos atrás. Trump não foi convidado.

A COP23 de Bonn foi uma etapa intermediária da negociação.

As maiores dificuldades “são os métodos de implementação [do Acordo], não apenas o acesso a financiamento e recursos, mas a transferência de tecnologias e gestão de capacidades” para ajudar os países em desenvolvimento, explicou a chanceler do Equador, María Fernanda Espinosa, que representa o G77 e a China (134 países).

O Fundo Verde criado na COP de Cancún, em 2009, é um exemplo disso.

“Já se passaram oito anos, esperavam-se 100 bilhões de dólares anuais, e isso não aconteceu. O que há no cesto são seis bilhões”, criticou.

Após a entrada em vigor do Acordo de Paris, no ano passado, “esta foi a primeira COP para compartilhar ideias, para dar sentido a elas, embora não acho que tenhamos feito o suficiente em torno do regulamento”, explicou à AFP Mohamed Adow, da ONG Christian Aid.

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Luciana Bento
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Pesquisa aponta que um em cada 20 estudantes do ensino fundamental já praticou automutilação virtual (Foto: Pixabay/CC0 Creative Commons)Pesquisa aponta que um em cada 20 estudantes do ensino fundamental já praticou automutilação virtual (Foto: Pixabay/CC0 Creative Commons)

Pesquisa aponta que um em cada 20 estudantes do ensino fundamental já praticou automutilação virtual (Foto: Pixabay/CC0 Creative Commons)

Uma nova tendência entre adolescentes americanos vem preocupando especialistas: a prática de postar, enviar ou compartilhar na internet mensagens abusivas sobre si mesmos, de forma anônima.

Em um estudo recente com 5.593 estudantes do ensino fundamental e médio nos Estados Unidos, com idades de 12 a 17 anos, um em cada 20 revelou já ter praticado o chamado auto-cyberbullying, ou automutilação digital.

A abrangência do problema surpreendeu os próprios autores do estudo.

“Esperávamos algo em torno de 1%”, diz à BBC Brasil o especialista em cyberbullying Justin Patchin, um dos autores.

“Foi surpreendente descobrir que entre 5% e 6% dos participantes já haviam praticado automutilação digital”, afirma Patchin, que é professor de Justiça Criminal da Universidade de Wisconsin-Eau Claire.

Segundo especialistas, assim como em casos de automutilação física, em que muitas vítimas ferem o próprio corpo com cortes, arranhões ou queimaduras, a automutilação digital costuma indicar um pedido de ajuda.

Entre os motivos citados pelos jovens entrevistados estavam baixa autoestima, busca por atenção, sintomas de depressão e o desejo de despertar uma reação nos outros.

“Na maioria das vezes, estão à espera de uma reação, querem ver se alguém vai ajudá-los, como seus amigos vão responder. Eles apenas querem atenção de alguma maneira”, observa Patchin.

O estudo, publicado na revista científica Journal of Adolescent Health, foi realizado em parceria com Sameer Hinduja, professor da Escola de Criminologia e Justiça Criminal da Universidade Florida Atlantic.

Patchin e Hinduja dirigem o Cyberbullying Research Center, centro de pesquisas especializado em assédio virtual.

Casos de bullying cibernético em que agressor e vítima são a mesma pessoa ganharam atenção em 2013, com o suicídio da adolescente britânica Hannah Smith, de 14 anos.

Segundo sua família, Smith era alvo de abuso na rede social ASKfm. O site alegava que a própria garota havia enviado várias das mensagens abusivas contra si mesma, de forma anônima.

Após investigar o caso, a polícia concluiu haver evidências de que as mensagens realmente foram enviadas pela própria jovem.

Patchin lembra de dois casos semelhantes nos Estados Unidos. “Em um deles, uma menina de 15 anos cometeu suicídio após sofrer bullying online e na escola. Depois, descobriu-se que muitas das mensagens abusivas haviam sido postadas por ela própria. Ela dizia que era feia e que deveria se matar”, relata.

Segundo Patchin, adolescentes vítimas de cyberbullying se mostraram oito vezes mais propensos a ter praticado automutilação digital. Vítimas de bullying na escola eram entre quatro e cinco vezes mais propensas.

“Não sabemos o que veio primeiro, se ser vítima de cyberbullying o faz cometer automutilação digital ou se, como você pratica isso, faz com que outros também postem abusos contra você. Mas sabemos que há uma relação”, observa.

Patchin relata que, em alguns casos, os estudantes disseram estar postando de forma anônima o que já havia sido dito ou postado sobre eles de maneira privada.

“Por exemplo, alguém está enviando mensagens cruéis e você está deletando, e ninguém mais vê essas mensagens, mas você quer tornar público o que está acontecendo. Então, posta os comentários você mesmo, de forma anônima, em uma página onde outros possam ver e, talvez, oferecer ajuda.”

Mais da metade (51,3%) dos participantes que admitiram ter praticado automutilação digital disseram ter feito apenas uma vez. Outros 35,5% revelaram ter postado mensagens abusivas sobre si mesmos algumas vezes, e 13,2%, várias vezes.

Jovens com histórico de uso de drogas, sintomas de depressão e automutilação física e aqueles que se identificaram como não heterossexuais se revelaram mais propensos a praticar automutilação digital.

Os pesquisadores encontraram algumas diferenças entre meninos e meninas. Enquanto 7,1% dos garotos admitiram a prática, o índice entre elas foi menor, de 5,3%.

Os motivos apresentados também revelaram diferenças: enquanto muitos dos meninos disseram que viam o comportamento como uma brincadeira e uma maneira de chamar a atenção, entre as garotas era mais comum citar depressão ou sofrimento emocional.

Segundo a especialista em comportamento digital de adolescentes Meghan McCoy, coordenadora de programas do Massachusetts Aggression Reduction Center (Centro de Redução de Agressão de Massachusetts, em tradução livre), ligado à Universidade Bridgewater State, os resultados relatados por Patchin são consistentes com os observados em estudos realizados pelo centro.

Em pesquisas realizadas pelo centro com estudantes recém-ingressados na universidade sobre seu comportamento enquanto ainda estavam no ensino médio, entre 10% e 15% revelam já ter praticado automutilação digital.

“Observamos esse comportamento desde 2012. Os números se mantiveram estáveis nos últimos cinco anos, então não acho que estão aumentando. Acredito que seja algo sobre o que as pessoas só agora estão tomando conhecimento”, disse McCoy à BBC Brasil.

Assim como no estudo de Patchin e Hinduja, McCoy observa que entre os motivos citados pelos adolescentes entrevistados pelo centro está a busca por atenção e apoio. Ela também ressalta a forte relação entre automutilação digital e cyberbullying.

Para Patchin, é importante que pais, professores, e mesmo policiais investigando casos de cyberbullying mantenham a mente aberta sobre o que está ocorrendo e ofereçam apoio a quem está passando pela experiência, mesmo nos casos em que vítima e agressor são a mesma pessoa.

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