Manaus foi o destino do Bem Estar Global desta sexta-feira (22). A Ponta Negra foi o lugar escolhido para a ação. Fernando Rocha comandou o evento, que teve a participação especial da cantora Márcia Novo e do cantor Gonzaga Blantez. O projeto – uma iniciativa da Globo em parceria com o Sesi – oferece serviços de saúde e de qualidade de vida gratuitos.

Além de muita dança e festa, o Bem Estar Global também foca na saúde das pessoas. As tendas da saúde ofereceram vários serviços gratuitos: orientações sobre doenças – com foco em doenças tropicais –, testes rápidos de HIV e sífilis, vacinação de HPV e hepatite e exames de prevenção de câncer bucal. Avaliação nutricional e de índice de força muscular também serão disponibilizadas para a população.

A temporada 2017 do Bem Estar Global ainda passará por Brasília, Cuiabá, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Reveja o programa desta sexta:

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Luciana Bento

Mosquito Aedes aegypti é o transmissor da dengue. (Foto: Divulgação)Mosquito Aedes aegypti é o transmissor da dengue. (Foto: Divulgação)

Mosquito Aedes aegypti é o transmissor da dengue. (Foto: Divulgação)

Um estudo científico, cujos resultados foram divulgados nesta quinta-feira (21) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), detectou que a dengue pode representar um risco à vida do feto. Com isso, a zika, também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, deixa de ser a única infecção por arbovirose a ser considerada letal para um bebê em desenvolvimento.

Conforme a pesquisa, publicada na edição de setembro do periódico The Lancet, ter dengue durante a gestação quase dobra a probabilidade de um bebê nascer morto ou morrer durante o parto, enquanto a dengue severa aumentaria em cinco vezes as chances de um natimorto – nome dado à morte do feto acima de 500g dentro do útero ou durante o parto.

Os pesquisadores chegaram a essa constatação a partir da análise dos registros de sistemas de informações brasileiros. Para chegar a tais resultados, os pesquisadores cruzaram os dados de mais de 162 mil natimortos e 1,5 milhão de nascidos vivos, sendo que, desses, 275 natimortos e 1.507 nascidos vivos tinham sido expostos a dengue.

Apesar de, desde os anos 1980, o Brasil passar por sistemáticas epidemias de dengue, a doença era considerada letal apenas quando atingia sua forma hemorrágica, que agravava o quadro do infectado podendo levar a morte. No entanto, com a epidemia de anomalias congênitas associadas à zika ocorrida em 2015, a investigação científica se voltou para os efeitos das infecções virais durante a gestação.

Este é o primeiro estudo realizado em larga escala a demonstrar a associação, segundo a Fiocruz. Apenas um estudo anterior, com uma pequena amostra de um hospital, indicou a relação entre a infecção e natimorto.

A autora principal do estudo é a pesquisadora do Cidacs Enny Paixão, doutoranda da London School of Hygiene & Tropical Medicine, em Londres.

O artigo com o resultado da pesquisa contou com a autoria dos pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimento para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia) Enny Paixão, Mauricio Barreto, Maria Glória Teixeira e Laura Rodrigues, em parceria com pesquisadores do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA), Universidade de São Paulo (USP) e da London School of Hygiene & Tropical Medicine, no Reino Unido.

O estudo foi realizado com dados obtidos entre dezembro de 2012 e janeiro de 2016 do Sistema de informação de Nascimentos (Sinasc), Sistema de Informação de Mortalidade (SIM) e Sistema Nacional de Agravos de Notificação (Sinan).

A análise indicou que o risco de natimortos, entre todos os nascimentos registrados no período, foi de 11 por 100 nascidos vivos. Já quando considerado apenas a amostra das mães infectadas por dengue, a taxa de incidência foi de 15 por 1.000. Quando considerada a gravidade da doença, a dengue severa aumenta o risco de natimorto em cinco vezes, cerca de três vezes mais que a dengue comum.

Os mecanismos pelos quais a dengue causaria o nascimento de natimortos é desconhecido, mas os pesquisadores apontam três hipóteses para explicar o fenômeno: os sintomas de dengue afetariam diretamente o feto; a dengue causaria mudanças na placenta; ou o próprio vírus teria um efeito direto no bebê em formação.

Em 2015, cerca de 2.6 milhões de bebês foram considerados natimortos no mundo. A estimativa é que infecções virais, no geral, representam cerca de 14% de todos os óbitos fetais. Algumas infecções possuem forte evidência científica de associação com natimortos: sífilis, toxoplasmose, citomegalovírus e parvovírus B19.

Confira no site da Fiocruz Bahia entrevista com a autora principal do estudo, a pesquisadora do Cidacs Enny Paixão, doutoranda da London School of Hygiene & Tropical Medicine, em Londres.

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Luciana Bento

Se o planeta Terra acelera o ritmo de rotação com a energia criada pelos abalos sísmicos, o dia pode ficar mais curto  (Foto: ESA/NASA)Se o planeta Terra acelera o ritmo de rotação com a energia criada pelos abalos sísmicos, o dia pode ficar mais curto  (Foto: ESA/NASA)

Se o planeta Terra acelera o ritmo de rotação com a energia criada pelos abalos sísmicos, o dia pode ficar mais curto (Foto: ESA/NASA)

Neste exato momento em que você lê este texto, em algum lugar no planeta a terra está tremendo. Afinal, a cada ano são registrados cerca de 1 milhão de terremotos.

Dados coletados desde 1990 indicam que, a cada ano, são registrados, em média, 17 terremotos de magnitude superior a 7 e pelo menos um tremor acima de magnitude 8, segundo o serviço geológico dos EUA. Mas a grande maioria dos tremores passa desapercebida.

Abaixo, a BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, lista cinco curiosidades que você talvez não sabia sobre abalos sísmicos como dos dois recentes ocorridos no México.

1. A duração do dia pode ser alterada

Em março de 2009, um tremor de magnitude 8,9 atingiu o noreste do Japão. A energia liberada foi tamanha que alterou a distribuição da massa da terra.

Isso gerou uma aceleração na velocidade de rotação do planeta. Como resultado, o dia na Terra durou 1,8 microsegundo menos que o habitual.

2. Água pode mudar de cheiro e de temperatura

Lagoas, canais, lagos e outras fontes de água parada podem exalar um odor desagradável e aumentar levememente sua temperatura antes de um tremor.

Isso acontece por conta de gases subterrâneos que são liberados a medida que as placas tectônicas se movimentam.

Esses gases também podem contribuir para eventuais mudanças de comportamento na vida silvestre da região.

3. Animais mudam comportamento

Pesquisadores de uma universidade do Reino Unido observaram o desaparecimento de sapos antes do terremoto de 2009 na Itália.

O estudo sugere que os sapos são capazes de detectar pistas pré-sísmicas como a emissão de gases e partículas carregadas – e que essas pistas poderiam servir como uma forma de sistema de alerta precoce de terremotos.

A pesquisa entretanto não conseguiu esclarecer com precisão o mecanismo que permitiria aos anfíbios perceber a chegada de uma atividade sísmica.

E não são apenas os sapos que mostraram comportamento atípico antes de terremotos.

Em 2004, antes do abalo sísmico seguido de tsunami que matou milhares de pessoas prinicpalmente na Indonésia, foi observado que diferentes espécies de animais e aves seguiram para lugares mais altos.

Cientistas acreditam que animais são capazes de sentir tremores leves, produzidos antes do forte movimento das placas tectônicas. Outra hipótese é que detectam sinais elétricos causados pelo movimento das rochas subterrâneas.

4. Depois do terremoto, a seicha

Após terremotos, ocorrem em lagos, portos e piscinas oscilações estacionárias internas – quase imperceptíveis a olho nu – conhecidas como seichas.

O fenômeno é mais comum em locais onde a água está num espaço parcialmente fechado e mais raso, como em piscinas e lagos, e a água pode continuar oscilando por horas, mesmo em locais a milhares de quilômetros do epiocentro do tremor.

5. Causa descoberta no século 18

O geólogo britânico John Michell (1724-1793) foi um dos primeiros a apontar para causas dos terremotos, no começo do século 18.

Foi ele que propôs, após o terremoto de Lisboa em 1755, que os abalos sísmicos estavam ligados à movimentação de blocos da crosta terrestre e que eles se propagavam através de ondas de choque subterrâneas.

Michell é considerado um dos pais da sismologia.

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Luciana Bento

 

Anote aí na sua agenda. No dia 23 de setembro, o fim do mundo chega. Ou não, como todos os fins do mundo desde que o mundo começou.

 

Pois é, um tal David Meade afirma em um livro que neste sábado (23) o mundo acaba com a chegada do famigerado Planeta X. Pela teoria de Meade, o planeta seria na verdade uma estrela com um sistema planetário ao seu redor e estaria vindo em direção à Terra. Além de planetas, o sistema traria também cometas e asteroides e esses seriam arremessados contra a Terra, o que causaria destruição em massa.

 

Para fechar, tudo com o conhecimento da NASA que, óbvio, estaria escondendo a verdade. As fontes da “pesquisa” de Meade são trechos da bíblia que ele interpreta como acha melhor para vender seu livro e sua ideia e, de acordo com ele, o último eclipse solar do dia 21 de agosto teria precipitado a chegada do Planeta X. 

 

Volta e meia tem gente que vem esse papo: ora com Planeta X, ora com Hercóbulus, ora com o Planeta Chupão e o mais popular entre os conspiracionistas, o Nibiru. Claro, a NASA está sempre envolvida na parada escondendo tudo.

 

A imagem abaixo é apontada, inclusive, como sendo de Niburu, mas pode trocar por um dos assassinos listado acima. Na verdade não passa da estrela V838 Monocerotis iluminando gás e poeira ejetados numa explosão milhares de anos atrás. E ela está longe, muito longe, tipo… 20 mil anos luz de distância.

 

 

 

Não perca seu tempo e pague suas contas

 

Para ser direto, não perca seu tempo. Se você tem compromisso no domingo, pode ir, prova ou conta vencendo na segunda, pode continuar pagando ou estudando porque o mundo vai estar inteiro.

 

Há quem diga que, na antiga Mesopotâmia, já havia citações a todos esses elementos destruidores, mas dar contexto científico ao que parece ser mitologia mal traduzida é um pouco demais. Se um planeta ou uma estrela como essa estivesse nas proximidades do Sistema Solar, nós já teríamos descoberto. E nem adianta dizer que a NASA está acobertando, pois ela não tem controle sobre todos os astrônomos do mundo. Quem me dera se ela me pagasse o que volta e meia me acusam de estar recebendo para permanecer calado…

 

Os céus do globo são monitorados por vários programas de defesa para justamente avistar algum asteroide com potencial de atingir a Terra. Corpos celestes com mais de 100 metros de tamanho são razoavelmente fáceis de descobrir e os maiores que isso, portanto, muito mais perigosos, são muito fáceis de se encontrar. Não há como uma estrela, ou um planeta gigantesco passar despercebido pela frota de telescópios terrestres. Aliás, tem muito mais astrônomo amador monitorando o céu do que astrônomos profissionais. Como manter uma conspiração com centenas de milhares de pessoas no mundo todo?

 

Além dos telescópios em Terra, algumas missões espaciais já varreram o céu todo em busca de planetas e/ou anãs marrons mais distantes no Sistema Solar. Nenhuma dessas iniciativas deu resultado positivo. Nem sequer um caso suspeito foi encontrado. Até mesmo Mike Brown, que tem como objetivo de vida descobrir mais um planeta no Sistema Solar e vasculha o céu todo, ano após ano por uma década encontrou alguma coisa suspeita.

 

Desses planetas todos, o Planeta X é o único que aparece nos livros de astronomia. Quando Percival Lowell procurava pelo nono planeta do Sistema Solar, – que depois viria a ser Plutão; pelo menos, até 2006 – se referia a ele como ‘Planeta X’ para que ninguém desconfiasse do que se tratava. Ele sabia que havia outras pessoas fazendo o mesmo e quando enviava ao seu observatório novas coordenadas o tratava desse jeito: o ‘X’ nada mais é do que a variável ‘X’, a incógnita a ser encontrada, como em qualquer equação matemática.

 

O fim do mundo está mais próximo de acontecer por iniciativa própria, do que por um planeta, asteroide ou estrela desgarrada. Eu me preocupo mais com a Coreia do Norte do que com Nibiru. Ah, sim, e com as contas no fim do mês que vão chegar implacavelmente.

 

 

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Luciana Bento
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